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Com pandemia, aumenta consumo de água e Sanepar procura alternativas para enfrentar a estiagem

Com pandemia, aumenta consumo de água e Sanepar procura alternativas para enfrentar a estiagem


Santo Antonio do Sudoeste e Pranchita sofrem diariamente desde outubro de 2019 com a falta da água

A pandemia do coronavírus, que tem mantido as pessoas mais tempo em casa e levou à intensificação das ações de limpeza, a estiagem prolongada e as temperaturas mais elevadas no interior do Paraná provocaram um aumento de 11% no consumo de água residencial no Estado. Esses são dados de abril 2020, em comparação com abril de 2019, da leitura feita nas residências dos paranaenses atendidos pela Sanepar.

Em algumas cidades, o índice ultrapassa bastante a média, como Piraquara, onde o aumento do consumo residencial foi de 17,58%, e Fazenda Rio Grande, com 16,48%. Com os efeitos da estiagem em várias regiões do Estado, como a Grande Curitiba, onde já ocorre o racionamento desde março, a Sanepar tem procurado alternativas. Na RMC, uma delas é a captação emergencial de água. Nesta semana a empresa trabalha na instalação de bombas para levar água de uma lagoa de uma antiga pedreira em São José dos Pinhais para um afluente do rio Miringuava, que abastece a Região Metropolitana de Curitiba. Em Fazenda Rio Grande, a empresa capta água das cavas.

Na região fronteira do Sudoeste do Estado, as cidades de Santo Antonio do Sudoeste e Pranchita sofrem diariamente desde outubro de 2019 com a falta da água através de rodízio previamente anunciado pela Sanerpar. 

 

Redação com ASCOM